A leitura não é um fato social. Está inserida em alguns grupos sociais onde a leitura faz parte da cultura daquele lugar. Pertence a minoria, é uma questão de hábito em algumas famílias tornando-se mais frequente quando há um modelo a seguir. A leitura sempre fez parte da humanidade. Mesmo em decadência ela sempre existirá se não for por uma escolha livre, ao menos exigida nas escolas para cumprimento de uma grade curricular, como exemplo: a preparação para o vestibular, sendo livros indicados para serem interpretados. O mesmo ocorre nas Universidades onde são indicados livros e textos para uma interpretação posterior.
Na infância, a leitura deve ser incentivada desde cedo, começando em casa pelos pais, pois assim abre espaço para a socialização da criança à medida que vão adquirindo conhecimento através das histórias. Atualmente existe o livro de banheira, onde a criança de meses pode manusear enquanto lhe é dado banho.
Existe uma preocupação no mundo atual da pós modernidade, era da tecnologia, de que a leitura possa ser extinta devido à preferência da comunicação via aparelhos eletrônicos. Por outro lado alguma coisa tem sido feita para corrigir isso, através do círculo da leitura, grupos de leitura, o livro viajante, as bienais e feiras de livro. É garantido que existe um percentual de leitores de todas as faixas etárias e de todos os níveis sociais com muita ou pouca escolaridade que são apaixonados pela leitura.
O mundo é cheio de diversidades, canais abertos em várias direções. "O que seria do azul se todos gostassem do amarelo?". Pensando assim podemos saber que há gosto para tudo, existem pessoas que escolhem uma leitura, e outros entretenimentos, ou a tal da tecnologia esmagadora do pensar, mas creio que se os livros são escritos, é porque certamente tem gente querendo ler.
Liana Fernandes, estudante do 2º semestre de Música da UCSAL.
Este blog foi criado e é mantido por alunos do curso de Letras da Universidade Católica do Salvador (UCSAL) e tem como objetivo mostrar a importância da leitura na vida das crianças, auxiliar pais e professores numa busca de melhores condições de trabalho com relação a leitura infantil.
E preciso que a leitura seja um ato de amor. "Paulo Freire
terça-feira, 27 de maio de 2014
O EU na criança através da leitura.
Sabemos que a criança, como todo ser humano, é um sujeito social e histórico inserido na sociedade, com determinada cultura e é profundamente marcada pelo meio social em que se desenvolve. As crianças vêem o mundo de um jeito muito especial e próprio.
De acordo com as relações que estabelecem com a realidade em que vivem, com o meio familiar e as pessoas com quem necessitam se relacionar no cotidiano, elas podem ou não adquirir o hábito da leitura. Está aí a importância do incentivo a leitura no processo inicial da escolarização. Refiro-me aqui a importância do processo de socialização para a formação sociocultural das crianças, incluindo nessa formação o hábito da leitura como forma de compreender o mundo.
A leitura meche com o lúdico e o imaginário da criança, colaborando para a formação de uma identidade autêntica e respaldada em valores éticos necessários ao cidadão consciente do seu papel na construção da sua história e da história do outro. Nesse intuito, assume, por princípio, todas as crianças, sabem de si, sabem onde estão, o que faz parte de suas vidas; conhecem seu mundo; e se confrontam com os princípios de pertença e identidade que lhes são atribuídos.
Por fim, o incentivo da leitura para a formação do sujeito, e, consequentemente para a constituição do seu eu: da sua identidade.
Por fim, o incentivo da leitura para a formação do sujeito, e, consequentemente para a constituição do seu eu: da sua identidade.
Larissa Ramos
Referências: http://www.webartigos.com/artigos/identidade-e-diferencas-para-uma-antropologia-do-eu-e-do-outro/82214/
segunda-feira, 26 de maio de 2014
“O bom ensino é aquele que se adianta ao desenvolvimento”. (L.S. Vygotsky)
Fato social é toda “coisa” capaz de exercer algum tipo de coerção
sobre o indivíduo, sendo esta “coisa” independente e exterior ao
indivíduo e estabelecida em toda a sociedade; (http://www.infoescola.com/sociologia/fatos-sociais/)
É necessário expor qual a importância da leitura na formação social de um indivíduo, pois é por meio da leitura que podemos formar cidadãos críticos, uma condição indispensável para o exercício da cidadania, para que o indivíduo se torne capaz de compreender e saber a melhor maneira de agir diante da sociedade.
Tomando como exemplo, Monteiro Lobato, é bastante
conhecido entre as crianças, pois se dedicou a um estilo de escrita com
linguagem simples onde realidade e fantasia estão lado a lado. Pode-se
dizer que ele foi o precursor da literatura infantil no Brasil.
Quando as crianças passam a ler,
conhecem, mesmo que de forma não tão significativa para elas, os fatos e o pensamento de vários escritores, o que
contribui para a formação da personalidade e, da atitude dessas crianças diante do mundo.
Manuella Maia, estudante do 2º semestre de Letras da UCSAL.
O que seria etnocentrismo? E onde o etnocentrismo entra no universo da leitura infantil?
Etnocentrismo é um conceito da Antropologia definido como a visão demonstrada por alguém que considera o seu grupo étnico ou cultura o centro de tudo, portanto, num plano mais importante que as outras culturas e sociedades. (http://www.significados.com.br/etnocentrismo/).
A partir desse conceito da palavra etnocentrismo e da abordagem feita sobre o tema em sala de aula, como é possível relacioná-lo a leitura infantil? De que modo? Bom, a resposta é bem clara, os conflitos sociais surgem muitas vezes por causa dessa visão do homem em considerar o seu modo de vida como o mais correto e o mais natural. Muitos pais acreditam que através da TV, os seus filhos adquirem maior sabedoria (nem sempre correto?). A TV pode sim de fato trazer algum tipo de conhecimento para a criança, como por exemplo, o hábito de assistir telejornais e etc. Porém, a maioria dos desenhos exibidos na TV mostram um conteúdo que vai totalmente contra o que deve ser visto por uma criança em determinada idade. Quando na verdade, a prática da leitura deveria sim ser posta em primeiro lugar dentro de casa, que é onde começa toda relação interpessoal da criança, mas muitos desses pais como já foi dito anteriormente, preferem optar pela TV e não por incentivar a leitura do filho. Dessa forma, nossas crianças terão maiores possibilidades de se tornarem
adultos que saibam usar os recursos do planeta. Tendo em vista a
consequência de suas ações no meio que as cercam. Enxergando o universo
como um sistema vivo.
Manuella Maia, estudante do 2º semestre de Letras da UCSAL.
A leitura contra o consumismo JÁ!
Vivemos numa sociedade capitalista, onde o seu principal pilar é o lucro, e o principal lucro vem das mídias sociais. Estariam as crianças sendo visualizas como principal interesse mercantil das empresas? Dados do Ibope (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística) 2011, apontou que as crianças brasileiras assistem, em média, mais de 5 horas de televisão por dia, e isso de fato causa uma "lavagem cerebral" nessas crianças, e indo totalmente contra a este dado, essa causa poderia ser revertida ao incentivá-los a outros prazeres, como o da leitura.
Em um primeiro momento, é preciso ressaltar a importância da leitura e o papel dos pais ao estimulá-la. “Um país se faz com homens e livros”, de maneira concisa, Monteiro Lobato afirma o poder transformador da leitura, através dela a criança pode descobrir o mundo e descobrir seu lugar no mundo. Não somente de consumidores, mas também de preservadores da cultura. Para que isso aconteça, é imprescindível que os pais gastem tempo com a educação de seus filhos.
É de fato, preciso uma mudança imediata no quesito educação infantil, pois muitas das vezes as crianças acabam ficando "alienadas" justamente por ter essa rotina sempre ligada aos programas da TV. É necessária total atenção dos pais, tanto com com relação a TV, quanto com relação a internet. Muitas dessas crianças, com idades a partir dos 5 ou 6 anos já tem fácil acesso as redes sociais, isso vem se tornando cada vez mais comum, facebook, twitter, instagram, entre outros. Essa é a realidade em que vivemos, onde crianças começam a lidar com coisas de "adolescentes" antes mesmo dos 10 anos, e a leitura que é de máxima importância pra toda uma vida se torna cada vez mais ausente.
Manuella Maia, estudante do 2º semestre de Letras da UCSAL.
O AGIR, PENSAR E SENTIR DA CRIANÇA ATRAVÉS DA LEITURA.
Quando paramos para analisar o agir, pensar e sentir da criança percebemos aspectos culturais representativos dos grupos sociais aos quais pertence. O hábito de leitura é um desses aspectos apreendidos socialmente e de grande relevância para o modo como ela percebe o mundo a sua volta. Sem este hábito, a criança não teria como adquirir vocabulário e conhecimento para fazer a sua "própria leitura do mundo". Cada criança precisa aprender a descobrir SEU MUNDO. Somos responsáveis pela formação integral de cada indivíduo e pelos materiais de leitura que são oferecidos para as crianças. A aprendizagem da leitura é um processo progressivo, no qual a criança absorve experiências e constrói as suas próprias. Como afirma o poeta Carlos Drummond de Andrade, “a criança tem pressa de viver”. Cada criança precisa se desenvolver e conhecer o mundo, agir , pensar e sentir ao seu modo.
Larissa Ramos.
Referências: http://fsetemac.blogspot.com.br/2012/05/fatos-sociais-apesar-de-auguste-comte.html#!/2012/05/fatos-sociais-apesar-de-auguste-comte.html
IMPORTÂNCIA DA LEITURA INFANTIL NA FORMAÇÃO DA CULTURA
Cientificamente falando, a leitura infantil é importante para desenvolver na criança a imaginação, sensibilidade, e a memória. Socialmente falando, a leitura infantil é um instrumento de construção da cidadania. Tomando como base que as crianças, para se realizarem como seres humanos, precisam de relacionamentos, livros e leituras ricas ajudam na troca de informações e interações. Culturalmente falando, a leitura nos permite o conhecimento da herança cultural de todos os povos, respeitando todas as diversidades políticas e étnicas. Assim, a criança compara e reflete sobre os temas abordados e cria a sua própria conclusão. Portanto, a leitura é o principal veículo de inserção da criança no contexto social, criando involuntariamente, o entendimento não só de sua cultura, mas o hábito de buscar novas informações de uma sociedade diferente da sua. Sabendo que a cultura é um processo em permanente evolução para o desenvolvimento de um grupo social, de uma nação ou comunidade, a leitura é fundamental para a formação cultural de qualquer criança. E está ai a chave para o desenvolvimento de uma sociedade democrática e cultural.
Larissa Ramos Referências: COELHO, Betty. Contar histórias: uma arte sem idade. São Paulo: Ática,1986.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
Ética e Narração-Walter Benjamin 1933
O estudo da relação
literatura/sociedade, tendo em vista noções como "valor” e “ética”, deixa
de ser apenas a de uma reflexão sobre os comportamentos representados na
literatura ou das funções e papéis que as sociedades atribuem ao fazer
literário.Trata-se, além disso, de saber qual o papel, a função que textos
literários se atribuem, como literatura, no universo de relações históricas e
sociais.Por mais familiar que seja seu nome, o narrador não está de fato
presente entre nós, em sua atualidade viva.
Uma das causas desse fenômeno é
obvia :as ações da experiência estão em baixa, e tudo indica que continuaram
caindo até que o seu valor desapareça de todo .A experiência se passa de pessoa
a pessoa é a fonte a que recorrem todos os narradores .E , entre as narrativas
escritas, as melhores são as que menos se das historias orais contadas pelos
inúmeros narradores anônimos.
Pobreza de experiências é apenas
uma parte da grande pobreza que recebeu novamente um rosto, nítido e preciso
como o do mendigo medieval. Pois qual o valor de todo o nosso patrimônio
cultural, se a experiência não mais o vincula a nós? A horrível mixórdia de
estilos e concepções do mundo do século passado mostrou-nos com tanta clareza
aonde esses valores culturais podem nos conduzir, quando a experiência nos é
subtraída, hipócrita ou sorrateiramente, que é hoje em dia uma prova de
honradez confessar nossa pobreza.
Sim, é preferível confessar que essa pobreza de experiência não é mais privada,
mas de toda a humanidade.
Pobreza de experiência :não se deve imaginar que os
homens aspirem a nova experiência. Não,
eles aspiram a um mundo em que possam ostentar tão pura e tão claramente sua
pobreza externa e interna ,que algo de decente possa resultar disso .
Censurar Monteiro Lobato é analfabetismo histórico'
Em uma matéria da revista Veja Educação publicada em 01/10/2012. foi realizado uma entrevista com o estudioso João Luís Ceccantini sobre o que ele acha da tentativa de banir as obras de Monteiro Lobato das escolas públicas?
"A obra literária de Monteiro Lobato (1882-1948) tem alimentado gerações de crianças e jovens,
e não consta que seus leitores tenham formado uma horda racista. Assim
mesmo, mais um livro do escritor virou alvo da caçada
ideológica que tenta enquadrar o criador do Sítio do Pica Pau Amarelo no
crime da racismo. A exemplo do que já fizera com Caçadas de Pedrinho, o Instituto de Advocacia Racial e Ambiental (Iara) quer banir das escolas públicas o livro Negrinha,
lançado em 1920. O que incomoda o instituto são passagens como
"Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha
escura, de cabelos ruços e olhos assustados." A patrulha acusa a obra de
trazer "estereótipos e preconceito". "Trata-se de analfabetismo
histórico", diz João Luís Ceccantini, pesquisador de literatura
infanto-juvenil e coautor do livro Monteiro Lobato – Livro a Livro. "Querer censurar ou modificar em algum grau uma obra cultural é um absurdo."
Estudioso da assimilação da literatura por crianças, Ceccantini
acrescenta uma informação ao debate sobre Lobato que demole de vez os
argumentos dos censores, que alegam que as obras de Lobato prejudicam a formação das
crianças. "Eu tenho estudado a forma pela qual as crianças absorvem o
que leem e minha conclusão é que elas sabem identificar os excessos dos
livros. Elas se apegam ao que é bom, à essência das histórias – e, no
caso de Lobato, essa essência não é racista."
rata-se de analfabetismo histórico, que despreza o tempo em que
determinadas obras foram escritas. Querer censurar ou modificar em algum
grau uma obra cultural é um absurdo. Deve-se ainda observar outra
questão: temos de fato uma educação tão deficitária a ponto de os
professores serem incapazes de ajudar os alunos a interpretar passagens
que eventualmente façam uso de uma linguagem que já não é mais aceita? Por que não usar esse pretexto para discutir em sala de aula o racismo? É uma grande oportunidade."
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/pintar-monteiro-lobato-como-racista-e-um-equivoco
Por:Joice Oliveira
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/pintar-monteiro-lobato-como-racista-e-um-equivoco
Por:Joice Oliveira
quinta-feira, 15 de maio de 2014
A leitura oferece uma gama de capacidades no desenvolvimento da criança: atenção, criatividade, raciocínio, ampliação do vocabulário, envolvimento num mundo de encantamento, de fantasia ou correlação com situações do cotidiano, abrindo portas para oportunidade no mundo quando ela chegar à fase adulta. A criança quando lê, aprende alguma coisa. Ela explora no livro de acordo com seus interesses. E quando se estimula o interesse das crianças, elas aprendem com o maior prazer podendo criar o amor pelos livros.
Existem livros que tem também apelo direto a outras crianças que necessitem de um material de alto interesse e fácil de ler. E assim se prepara para o caminho para novas leituras e novo material. Ter bons livros à mão é uma vantagem muito real, possibilitando um caminho maravilhoso para enriquecer e ampliar o aprendizado nas etapas pré-escolar e escolar de 1º grau.
Quando a criança tem a fluência na leitura, ela pode mergulhar nas histórias mais longas. O livro nos proporciona momentos maravilhosos de descobertas e surpresas.
"O livro é tudo de bom. Depois da leitura segue a escrita. Só quem lê, é que escreve."
Liana Fernandes, estudante do 2º semestre do Instituto de Música da UCSAL.
"O lar é a mais importante escola de uma criança."
Conforme leitura do guia pedagógico de "O MUNDO DA CRIANÇA" diz que, pesquisas demonstram que entre o nascimento e os quatro anos de idade, o desenvolvimento intelectual de uma criança é tão grande quanto entre os quatro e os dezoito ano. Isso significa que os primeiros anos passados em casa são tão importantes no processo de aprendizagem quanto os anos posteriores passados na escola.
O lar é a mais importante escola de uma criança, e seus pais os primeiros e mais importantes professores. Assim, uma das coisas de que mais se precisa ter em casa é material de referência da maior qualidade, que seja educacionalmente completo e, também fascinante e agradável para as crianças. Muitos livros estão aí para preencher essas necessidades, trazendo informações projetadas para serem usadas em casa e muitas vezes se identificam com as matérias que as crianças provavelmente irão estudar na escola.
O livro para a criança precisa ser apresentado de forma tão atraente que possa prender a atenção de leitores e ouvintes. Quando o adulto lê para a criança, proporciona um estímulo auditivo. Quando a criança lê em voz alta predispõe a melhorar a dicção.
Liana Fernandes, estudante do 2º semestre do Instituto de Música da UCSAL.
Como incentivar a leitura infantil?
De acordo com um artigo lido, feito pelo Dr. Drauzio Varella, o primeiro passo para tornar a leitura algo interessante para uma criança é tornar os livros mais atraentes, e aí entra o papel
fundamental dos pais ou responsáveis. Para as crianças se apaixonarem
pelos livros, não é preciso saber ler. Isso pode acontecer sem que elas
sejam alfabetizadas. Elas precisam ser estimuladas a ter contato com a
leitura antes mesmo de completarem um ano. É necessário que o educador
passe um tempo lendo para a criança. A leitura pode ser feita de
inúmeras maneiras, mas o ideal é que seja de modo lúdico.
É importante escolher um estilo de livro que esteja de acordo com a faixa etária e com um tema de que a criança goste. Opções com bastantes imagens e ilustrações são uma boa pedida. Crianças
gostam de imaginar o que está escrito, assim como nós. Peça para ela
interpretar a cena da maneira como ela imagina; isso fará com que a
leitura ganhe vida e ajudará a estimular a imaginação. Vá incluindo
letras e frases na brincadeira, mas sempre estimule a interpretação.
Manuella Maia, estudante do 2º semestre de Letras da UCSAL.
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Toda relação é um PRESENTE!
"Toda relação é um presente!", como foi dito no título desta postagem, a relação entre pais e educadores é visto como ponto CHAVE para manter a educação das crianças em dia, principalmente em relação à leitura. É essencial essa junção, pois através dela as iniciativas de apoio à leitura infantil tendem somente a crescer. Os pais são de grande importância no desenvolvimento de uma criança, e também na leitura, pois não é somente na escola que se deve ter o costume de ler. A leitura deve obter uma grande parte no dia a dia de uma criança, e necessário que ela saiba ler, e principalmente interpretar, seja um conto infantil, uma frase, um pequeno texto, etc. O desenvolvimento de uma criança se dá à partir do momento em que ela aprende a ler, e assim lhe dar com situações, a leitura amplia o vocabulário de qualquer pessoa, em qualquer faixa etária. Justamente por oferecer esse mundo de palavras, de tamanho conhecimento, é de extrema importância que os educadores e os pais entrem num acordo para que leituras sejam atividades rotineiras na vida de uma criança, e assim ela englobe e desenvolva a sua capacidade de entender e interpretar.
Manuella Maia, estudante do 2º semestre de Letras da UCSAL.
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