E preciso que a leitura seja um ato de amor. "Paulo Freire

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

As histórias infantis podem, assim, trabalhar na formação moral, social e literária, estabelecendo uma íntima relação entre o "segundo mundo", o qual todas as crianças apresentam em seus momentos particulares, e a transposição do real







Por: Joice Oliveira
A literatura nada mais é do que uma fonte saudável de alimentação à imaginação infantil.A palavra tem sua beleza própria, mas somente reconhece quem sabe usá-la:
[...]identificação, pelo prazer que toda leitura com pretensões a ser de algum proveito deve provocar na alma da criança, para além de qualquer simplismo de expressão, ou do puro retrato físico de uma modalidade de ser e de sentir, que a criança permanentemente luta por transcender.(JESUALDO,1978, p.30).






Por: Joice Oliveira

literatura infântil e a mídia

Em geral, a infância é a fase que mais caracteriza a criatividade pura e a imaginação, sendo assim, é importante pais e professores estarem atentos aos meios de comunicação que sejam mais adequados.Numa época em que o acesso à internet, à TV, ao rádio e ao cinema são tão frequentes e expressam os valores de uma sociedade capitalista e utilitarista, faz-se necessário retomar uma literatura herdada de povos seculares e que atravessou anos.



Por: Joice Oliveira

A criança X literatura infatil

A literatura infantil, portanto, tem a criança como principal representante, pois a representa sempre em busca de uma explicação que, mesmo quando mais lógica, é ainda mágica. Por isso, o gosto pelo mundo sobrenatural com fadas,ogros, bruxas, serve como para "dar asas à imaginação". "A criança serve-se do real, justamente, para penetrar em sua fantasia"(JESUALDO,1978,p.25).
Essa literatura surge simultaneamente para instruir, divertir e educar, trazendo a criança ao mundo em que ela se identifica e sente-se livre para formar suas capacidades intelectuais e sociais, visto que, elas ainda estão num processo de formação
de experiências reais.
Por Joice Oliveira

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Contos de fadas

Os contos de fadas facilitam o uso lúdico junto ao cognitivo; contribuindo, intensamente, para a criação de um gênero específico voltado para o público infantil.Portanto, voltado, dessa forma, para o desenvolvimento da psique infantil:
[ ...]estimule, nas crianças, interesses adormecidos que esperam que essa espécie de varinha mágica os desperte para aspectos do mundo que as rodeia; age sobre as forças do intelecto, como a imaginação ou senso estético, que precisam do impulso de correntes exteriores para adquirir pleno desenvolvimento na evolução psíquica da criança.(JESUALDO, 1978,p.29).
Por:Joice Oliveira

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Fica a dica.

O ideal da Literatura Infantil é fazer com que as crianças unam o entretenimento e a instrução ao prazer da leitura.Portanto, a leitura vem educar a sensibilidade, reunindo a beleza das palavras e das imagens.A criança pode desenvolver as suas capacidades de emoção, administração, compreensão do se humano e do mundo, entendimento dos problemas alheios e dos seus próprios;enriquecendo principalmente, as suas experiências escolares, cidadãs e pessoais.
Por:Joice Oliveira

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Origem da literatura infantil


Literatura surgiu, particularmente, com a tradição oral.Suas fontes estão no folclore, com suas lendas, mitos e narrativas exemplares.Mais tarde, a partir do século XIX, com valorização social da criança, essa narrativas passaram a ser contadas para as crianças, com intuito formativo.Uma maneira de transmitir a herança cultural, acumulada pela humanidade ao longo do tempo.Há, portanto, um forte elo entre a literatura e a oralidade.
A principio, a literatura surgiu com fins moralizadores, pois a criança era vista como um "projeto de adulto", ou seja, ela deveria ser educada conforme os objetivos traçados pelos adultos, sem se preocupar com a capacidade e anseios próprios da infância.
São desse período as primeiras fábulas com animais, representando virtudes e defeitos humanos. A mais antiga coletânea vem do Oriente e intitula-se Calila e Dimna. São 14 livros, provavelmente escrito por um fabulista indiano:Bidpai ou Pilpay.
Dessa tradição vem as fábulas de Esopo, um escravo grego, cujos textos atravessam os séculos e permanecem na cultura até hoje, com raposas, corvos, bois, cães, lobos e cordeiros fazendo o papel de humanos e com finalidade moral explícita.
No período medieval, enquanto as crianças nobres liam os autores consagrados pela tradição, orientados por seus perceptores, as das classes desfavorecidas, em geral, liam ou ouviam as histórias da cavalaria, de aventuras e as narrativas picarescasde heróis espertos, usando recursos pouco usuais e nascidos do povo.Nessa época a literatura popular tem grande importância,reunindo lendas e contos folclóricos. 
Por:Joice Oliveira

Estante

20 Mil Léguas Submarinas20 Mil Léguas Submarinas
Um misterioso monstro vem assombrando os oceanos. Destruindo navios e matando seua tripulantes. Publicado originalmente em 1870, Vinte mil léguas submarinas é um exemplo clássico da visão e da imaginação de Júlio Verne




A Droga da Obediência - 4ª Ed. 2009 Autor: Bandeira, Pedro; Bandeira, Pedro
Editora: Moderna
O livro que iniciou a série com os Karas Uma turma de adolescentes enfrenta o mais diabólico dos crimes! Num clima de muito mistério e suspense, cinco estudantes - os Karas - enfrentam uma macabra trama internacional: o sinistro Doutor Q.I. pretende subjugar a humanidade aos seus desígnios, aplicando na juventude uma perigosa droga! E essa droga já está sendo experimentada em ..







Alice no País das Maravilhas 
Editora: Cosac Naify
Alice no País das Maravilhas', de Lewis Carrol (1832-1898), em versão integral, traduzida por Nicolau Sevcenko (1952-) e com ilustrações de Luiz Zerbini (1959-). O artista plástico paulista criou cenários feitos de cartas de baralho das quais saltam os personagens, por meio de recortes..
Livro - Bisa Bia, Bisa Bel 
 
Um livro de extraordinária beleza, contando a história de uma menina que, no convívio imaginário com sua bisavó e sua bisneta, aprende a conviver consigo mesma. Três tempos e três vivências que se cruzam e se completam numa só pessoa, a menina Isabel.

O diálogo de Isabel - ou melhor, de Bel - com sua avó - Bisa Bia - e, depois, com sua futura bisneta é uma mistura encantadora do real e do imaginário, levando o leitor a perceber as mudanças no papel da mulher na sociedade.





A crítica e ensaísta Francine Prose defende que não - o diário é uma obra de arte, um texto literário pensado e planejado. Os originais comprovam que Anne escreveu pensando em seus futuros leitores, reescrevendo e editando inúmeras passagens. Ela se via como uma escritora - e era de fato talentosa, como se vê por sua habilidosa construção de diálogos e personagens, seu olho para os detalhes, seu domínio do ritmo da narrativa.  
Além de fazer uma análise literária da obra, Prose conta a trajetória de Anne e sua família, chamando a atenção para detalhes em geral ignorados. E reflete sobre as discussões e produtos gerados a partir do livro - o Museu Anne Frank, a peça de teatro e o filme realizados a partir do Diário, as teorias que negam a autenticidade da obra, além da adoção do livro em escolas e o uso feito por professores em sala de aula. 
Por :Joice Oliveira

 

O que ler

Na hora de ajudar a turma a escolher os livros,é importante conhecer o repertório e os interesses dos estudantes (coisas que cada um curte fazer nos fins de semana, assuntos que lhes interessam). Com base nisso, fica mais fácil sugerir leituras que farão sucesso. Segundo Rildo Cosson, autor de Letramento Literário: Teoria e Prática, indicar uma obra que dialogue com um jogo de videogame é um meio poderoso de atrair a garotada para a história.Além disso, a consolidação dos hábitos de leitura permite explorar textos mais difíceis e desafiadores, bem como conhecer novos autores e estilos.
Por:Joice Oliveira

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Onde ler

A exemplo do que já foi dito em relação aos anos iniciais do ensino fundamental, não há espaço específico para ler. O aluno que tem o hábito da leitura busca os próprios cantos.
Por : Joice Oliveira

Como ler

"Um segredo para formar leitores é misturar os momentos de leitura íntima,  silenciosa e pessoas com outros de troca sobre como cada aluno se relaciona com o que leu," escreveu recentemente num artigo a argentina Nora Solari, especialista em Didática da Língua e da Literatura. Levar os jovens a fala sobre textos literários com os colegas é uma boa maneira de manter e ampliar seus hábitos leitores. Ao fazer com que os estudantes se aproximem de um livro que querem ler, você os coloca diante de um desafio. A turma terá de discutir e confrontar ideias para construir significados em relação à obra, terá de procurar as respostas escondidas nas entrelinhas ( e esse prazer de entender melhor os livros é um dos grandes baratos da literatura).
Por:Joice Oliveira

Quem lê

 
Nessa etapa da escolarização, o jovem precisa se acostumar à leitura autônoma. Mas algumas atividades coletivas podem ser mantidas (um bom exemplo é a leitura, pelo professor, de um texto de difícil compreensão, com o objetivo de ajudar na interpretação). Seu papel passa a ser o de orientador, que apresenta novidades e levanta questões para o desenvolvimento do senso crítico, sempre valorizando a opinião de todos. As atividades individuais de leitura são essenciais para criar uma relação pessoal com os livros, que se mantém pelo resto da vida.   
Por: Joice Oliveira



Por que ler e ensinar literatura

     

Para ir além do simples hábito de ler. Quando lemos um livro de poesias, elas nos emocionam e nos fazem refletir, buscar interpretações possíveis e tirar conclusões. E se alguém contar que essa obra foi escrita durante uma guerra, por exemplo, quando todos os escritores eram perseguidos? Ou chamar a nossa atenção para a estrutura do poema e nos fizer pensar por que o autor usa cada palavra, cada figura de linguagem? Com certeza, nossa visão sobre a obra vai mudar e vamos entender melhor aquele conjunto de versos. É isso que acontece quando você alia o ensino da literatura às praticas de leitura. Os alunos aproveitam a teoria para ampliar o olhar sobre os livros.
Por:Joice Oliveira

É hora também de estudar literatura

 Do 6° ano ao 9°ano,ler sobre os livros é tão importante quanto ler os livros.A turma precisa começar a entender os diferentes estilos e recursos linguísticos usados pelos autores sem deixar de lado as práticas de leitura.

Chegou a hora  de (além de ler para ampliar o repertório de obras e autores) começar a estudar a literatura. Nos anos finais do ensino fundamental, o ideal é que a turma analise os recursos linguísticos, os detalhes das histórias e as diferentes característica dos textos literários sem se esquecer do hábito de ler (aquilo que os especialistas chamam de práticas sociais de leitura). É importante apresentar textos mais complexos aos alunos e lançar mão de conhecimentos teóricos para entendê-los melhor.



Por:Joice Oliveira




domingo, 2 de fevereiro de 2014

SEJA UM LEITOR PARA SEU FILHO.


Assim como é de cedo que se torce o pepino, também  é trabalhando a criança  que se consegue boa safra de adultos. "Monteiro Lobato"